{"id":347,"date":"2019-05-12T22:05:21","date_gmt":"2019-05-13T01:05:21","guid":{"rendered":"http:\/\/newsjur.nienowadvogados.com.br\/?p=347"},"modified":"2019-05-12T22:05:21","modified_gmt":"2019-05-13T01:05:21","slug":"revistar-empregado-sem-contato-fisico-nao-causa-dano-a-honra-afirma-tst","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nienowadvogados.com.br\/index.php\/2019\/05\/12\/revistar-empregado-sem-contato-fisico-nao-causa-dano-a-honra-afirma-tst\/","title":{"rendered":"Revistar empregado sem contato f\u00edsico n\u00e3o causa dano \u00e0 honra, afirma TST"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-281\" src=\"http:\/\/newsjur.nienowadvogados.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/DIREITO-DO-TRABALHO-300x169.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"169\" \/><\/p>\n<p>Fiscaliza\u00e7\u00e3o de bolsas e pertences sem contato f\u00edsico n\u00e3o caracteriza ofensa \u00e0 honra ou \u00e0 intimidade f\u00edsica do empregado. Com este entendimento, a 5\u00aa Turma do Tribunal Superior do Trabalho excluiu da condena\u00e7\u00e3o imposta a uma rede de lojas de departamento\u00a0o pagamento de indeniza\u00e7\u00e3o por dano moral em raz\u00e3o da revista de bolsas e pertences de uma operadora de caixa de uma de suas lojas em Senhor do Bonfim (BA).<\/p>\n<p>A empregada afirmou que a revista era feita\u00a0diariamente na frente de clientes. O preposto da empresa, em depoimento, confirmou que eram revistados os pertences dos empregados e gerentes na presen\u00e7a de clientes e pessoas que circulavam pr\u00f3ximos ao local. Acrescentou que todos os empregados que compravam produtos na loja tinham de mostrar os recibos e as sacolas aos seguran\u00e7as.<\/p>\n<p>O ju\u00edzo condenou a empresa ao pagamento de R$ 10 mil de indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais. Embora reduzindo \u00e0 metade esse valor, o Tribunal Regional do Trabalho da 5\u00aa Regi\u00e3o (BA) manteve o entendimento de que \u00a0 a conduta da empresa era il\u00edcita. Para o TRT, o fato de a revista n\u00e3o ser feita nos clientes demonstra a desconfian\u00e7a do empregador em rela\u00e7\u00e3o a seus empregados.<\/p>\n<p><strong>Ofensa n\u00e3o caracterizada<\/strong><br \/>\nNo exame do recurso de revista da empresa, o relator, ministro Emmanoel Pereira, destacou que a SDI-1 pacificou o entendimento de que a fiscaliza\u00e7\u00e3o do conte\u00fado de bolsas, mochilas e pertences pessoais dos empregados de forma indiscriminada e sem qualquer contato f\u00edsico n\u00e3o caracteriza ofensa \u00e0 honra ou \u00e0 intimidade do trabalhador capaz de gerar dano moral pass\u00edvel de repara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No caso, segundo o relator, n\u00e3o se verificou conduta abusiva, il\u00edcita ou excessiva praticada pela empresa, mas ato que decorre do seu pr\u00f3prio poder diretivo e fiscalizador.<\/p>\n<p>Por unanimidade, a Turma deu provimento ao recurso para excluir da condena\u00e7\u00e3o o pagamento da indeniza\u00e7\u00e3o.\u00a0<em>Com informa\u00e7\u00f5es da Assessoria de Imprensa do TST.\u00a0<\/em><\/p>\n<p><strong>RR-76-42.2016.5.05.0311<\/strong><\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2019-mai-12\/revistar-empregado-contato-fisico-nao-causa-dano-tst\">COJUR<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fiscaliza\u00e7\u00e3o de bolsas e pertences sem contato f\u00edsico n\u00e3o caracteriza ofensa \u00e0 honra ou \u00e0 intimidade f\u00edsica do empregado. Com este entendimento, a 5\u00aa Turma &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/nienowadvogados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/347"}],"collection":[{"href":"https:\/\/nienowadvogados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/nienowadvogados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nienowadvogados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/nienowadvogados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=347"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/nienowadvogados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/347\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":348,"href":"https:\/\/nienowadvogados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/347\/revisions\/348"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/nienowadvogados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=347"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/nienowadvogados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=347"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/nienowadvogados.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=347"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}